


Nos olhamos,
tive certeza que o conhecia,
De onde mesmo?
Sempre te procurei,
sempre te quis,
inventei tudo naquele nosso olhar,
um filme passou ali,
naquela hora,
um filme de vontade,
um filme de paixão,
e em um instante,
só por um instante,
pisquei meus olhos e te perdi,
te procurei no olhar,
pelos lados , por tudo,
olhei para o céu e vi a lua,
compreendi então que, nunca o tinha visto,
olhei para a lua e entendi então ,
que tudo aquilo era um sonho.
Não quis acordar,
nunca mais acordei...



Quando deslizei os meus braços por dentro das mangas,
a jaqueta exalou um perfume de gardênia e sonhos.
Sonhei com aquele tempo de minha adolescência,
aquele doce tempo da minha inocência e do despertar de uma nova vida,
do descompromisso com tudo, da suave sombra do conhecimento e
da vontade de sentir um mar de poesia dentro de mim,
vivo me acolhendo, esquentando, querendo dizer algo.
Pronunciei palavras em silêncio...
Por cima de mim, vi nuvens prefeitas,
figuras incríveis,
senti-me sozinha numa imensidão do nada,
sentei ali mesmo no chão frio daquele quarto,
senti-me tão só,
e chorei...


Sai de mim um pensamento talvez cruel,
talvez duvidoso,
não compreendo,
eu escrevo,
transformo em palavras,
palavras são só palavras,
elas saem de mim e
ás vezes nem compreendo.
Ás vezes as palavras ficam em posições erradas,
enganam a gente.
Palavras ás vezes machucam,
palavras escritas então...
Misturam-se na poeira do entender,
palavras têm que se lidas,
palavras têm que ser ditas,
palavras têm que ser entendidas,
senão serão só palavras...


Recebi hoje este email do Jornal de Poesia, estou colocando o link no meu blog ,
para maior facilidade de acesso ao Jornal....
O email...
Nancy, estou colocando o link para o seu belo blog.
mande seu endereço postal.
Com o abraço do
Soares
Poeta,
Este convite:
Uma pequena lição de centauromaquia
Basta clicar:
http://www.secrel.com.br/jpoesia/feito80d.html
Mande coisas para sua page.
O abraço?
Mando daqui!
Soares Feitosa
Jornal de Poesia
http://www.secrel.com.br/jpoesia


O que pensar,
quando se esta por perto?
O que fazer,
quando se tem muito que pensar?
O que saber,
quando se esta perdido ?
O que perder por ai,
no infinito do pensamento,
na calma do bem estar,
no acalento de um aconchego.
O que fazer?
O que pensar?
O que olhar?
Então, pensar...

Recebi hoje este email do escritor Carlos Savasini da Casa das Rosas, me convidando para fazer parte do grupo "Rascunhos Poéticos"",
no sábado passei uma tarde muito agradável com eles,escrevendo muito e podendo ler o que escrevo a quem entende e gosta de ouvir.
Fico lisongeada com o tal convite, então , a partir desta semana todos os sábados de 14hs as 17hs estarei com este grupo de trabalho.
O email...
Nancy
Seja bem vinda á lista do rascunho Poéticos.
Bj.
Carlos Savasini


Indiferença eu senti,
era reflexo da alma.
procurei entender,
antes dos ponteiros do relógio girarem...
A poeira estava por tudo,
avermelhada da casa branca sem numero.
Um ar de tristeza me envolveu.
Cadê os pássaros?
sumiram...
Cadê a minha alegria?
Perdeu-se pela poeira...
Onde foi parar minha coragem e força?
Não sei...
A chuva caiu neste momento,
um cheiro de terra molhada me veio pelas narinas.
Fiquei olhando para o chão,
naquela incompreensão constante,
vi assim que o instante já era passado,
senti que realmente havia perdido você e
entendi que não o tinha amado o suficiente,
e chorei...



A escola de moda do Senac e Casa das Rosas ,
(espaço reservado para os poetas e artistas ),
em São Paulo,fizeram uma parceria.
Eles usarão os poemas ,
sobre a tendência da moda Inverno 2006
nas estampas dos tecidos .
O Lançamento será em um desfile oficial na própria Casa das Rosas ,
onde terá a presença da mídia em 19 e 20 de dezembro.
Abaixo tem alguns poemas que fiz , para a ocasião..

Criam um estilo ,
Em seu ano de estudo,
Em seu tempo que os acompanham,
Pesquisam,
Costuram,
Cortam,
Dão a cor na passarela
E
Charme ...
Ao dia a dia.

Tendência...
Estilo...
Dourado...
Metálico...
Moda...
Militar...
É Chique...
Interativo com o Tempo...
É Moda!


Metálico,
Black,
Moda...
Tenha a sua,
Use...
Fique na moda...





O tempo é este,
a moda existe,
fura o pano e
crie...



Tenho agulha,
o tecido,
a linha,
e o estilo...
Mas existe uma revolução nas máquinas,
no entender,
na costura moderna,
de linhas coloridas,
metalizadas...
Crie sua moda...
Criei a minha moda...
Usei o estilo,
O tecido combinava com o “Essencial e Militar”,
Fluíram minhas idéias,
trabalhei...
Mas meus pensamentos voltaram para você,
fiquei tão só
e chorei...

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Estilo de moda,
Continência militar para ela,
Seja “Balada folk” ou
“Chique urbano”.
É “Essencial” que tenha “Black”.
Os anos passam, mas os “Rebeldes” estão ai...
Com “Rock Glam...”
AH! O glamour,
Com tendência para o DOURADO e
METALIZADO...
Moda, Moda...
Dos anos 60, 70,80...
Numa sintonia perfeita de:
Cores, corte,
corpos, cabelos,
música,
Aplausos e encontros ,
de tempo e espaço...

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O mundo gira,
a moda acompanha quem gosta,
gosta quem entende,
entende quem pode.
AH! MODA...
Nem precisa entender,
É só usar...

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No vapor da industria,
n correr do tempo,
criou-se uma época,
o estilo é importante,
marca um tempo,
pelo trabalho já feito.
Moda!
Conjunto do perfeito com o natural,
o moderno com o romantismo,
o chique urbano...
O METÁLICO...
Estação Inverno...
Ano 200...
É MODA!
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Ele partiu,
saudade deixou,
vazio no peito,
levou tudo dela,
pobre menina,
carregou sua paz,
levou na bagagem a sua felicidade,
e com ela sua vida,
seu sossego,
seu amor.
Volte logo vai...
Ou será que ela não merece,
não foi só um mal entendido?
Uma incompreensão em alguma parte,
resolva e volta logo vai...
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A mulher ali,
na janela antiga,
parada pensando no tempo,
vendo o tempo passar,
sem mudar em nada.
Fale com ela,
dê atenção á ela,
esta muito só.
Mulher bonita,
com seu vestido brilhante,
pensa na música suave,
no roxo da flor cheirosa,
no perfume de seu bem querer,
na alegria de uma amanhecer,
mas na tristeza do seu recolher tão só.
Mulher bonita e virtuosa,
semelhante do vôo dos pássaros,
olhar no imaginário,
perdido por ai...
Acha-se e se entrega ali mesmo em seus pensamentos,
que deixa aflorar sua sensualidade em seus seios,
meio a mostra ali naquele lugar.
Mulher a qual seus sentimentos foram fragmentados pelo tempo,
sua razão se espalhou,
e seu conhecimento de mulher se perdeu.


O governo do Estado de São Paulo reabriu e deu novo nome à Casa das Rosas, que também se chama agora Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Um dos cartões postais da cidade de São Paulo, a casa terá agora suas atividades voltadas essencialmente para a leitura e pesquisa.
O casarão foi habitado até 1986, quando foi desapropriado pelo Governo do Estado de São Paulo. No local, tombado em 1985, pela Secretaria de Estado da Cultura inaugurou, em 11 de março de 1991, o espaço cultural conhecido por Casa das Rosas, cujo nome foi inspirado na flor predominante nos grandes jardins do imóvel.
A proposta deste espaço é traduzir e codificar uma linguagem que possibilite o salto para uma nova civilização. Não é uma metalinguagem. É uma nova linguagem, sem nenhum compromisso ou liame com o passado. É um salto quântico, uma ruptura que não deixa pontes.A Casa das Rosas está “plugada” com o mundo e criando o ideal da arte sem fronteiras.
Todas as exposições acontecem tanto em suas dependências físicas quanto nas WEBPAGES da Casa das Rosas. Escritores, poetas, artistas plásticos, fotógrafos são convidados a trabalharem em hipertextos e hiperimagens e terem seus trabalhos divulgados ali..
Então, comecei a participar de um encontro chamado “Rascunhos Poéticos”, todos os sábados das 14hs ás 17hs, onde estarei trocando idéias e levando o que escrevo.
É bom poder receber opiniões de profissionais já de nome na área e de pessoas como eu que estão iniciando na poesia.
Colocamos nossos sentimentos, nossas verdades, nossas irrealidades, vão além do nossa compreensão...
Temos nossas críticas e nos entendemos....


Palavras saem às vezes,
Não minto,
Simplesmente saem,
Crio,
Vai além do meu entender,
Na calma da alma,
No fundo do meu ser,
Expresso-me,
Sonho...
Leia quem gosta,
Entende quem sabe,
Sabe quem quer...
Por isso escrevo,
Por isso entendo...
É assim,
Porque sou feliz assim,
Para mim isso tem que ser assim.
Ontem dia 08.10.2005,
fomos a 32ª festa di San Gennaro,
Na Mooca em São Paulo...
" Ferver para não Perecer".
Nós éramos um grupo de 50 pessoas...
Festa bonita,
Música animada,
Gente cantando,
Gente feliz,
Tenores com tudo,
Tarantela,
Pandeiros na mão,
Massas à vontade,
Vinho e cerveja,
Que povo alegre,
Que povo feliz,
Que festa linda,
Cantamos e dançamos,
Nos divertimos muito,
No ano que vem tem mais,
Volto lá com certeza!
Momento Lindo!
Os três tenores brasileiros,
cantaram “Amigos para sempre”...
Nós todos de pé em volta das mesas ,
demos as mãos e cantamos todos juntos.
Foi lindo, e único!

